30.12.11

together.

“Desculpe-me amor, mas desta vez você não se vai. Ou então que vás meu bem, mas terás que arranjar um espaço em tua mala, pois eu vou contigo. Leve-me, para onde quer que fores, mas leve-me. Que seja em Paris, França, Londres, Europa. Mas leve-me contigo, amor. Qualquer lugar meu bem, contanto que  você me prometa, que no finalzinho da tarde, eu me encontre no melhor dos lugares, em teus braços.”

“Então meu bem, diga-me que virás. Porque assim, um sorriso enorme estarás em minha face, esperando pelo momento em que poderei ver-te. E tu vinhas. Dissera-me que viria as três, e então já sorri feito boba desde as duas horas, garoto. Olha só o que fizeras comigo, garoto. Fizeras de meu coração sentimentos de menina boba, de menina apaixonada. Tu és o tipo de pessoa meu amor, que sente mas não diz nada. Não se abre. És tão idiota e bobo, e acho que esse é o principal motivo por gostar-te tanto de ti. Enquanto eu eras a menina que não demonstrava quase nada. Aquela feita para ser decifrada, e que nenhuma palavra consegue descrever. Feita para quem consegue me desvendar, para quem consegue ver-me através de meu sorriso falso, e de cordiais “Não és nada, esta tudo bem” que na maioria das vezes não eram tão sinceros. E então, tu entrastes em minha vida. Meu sorriso que na maioria das vezes era falso, fora ocupado por gargalhadas de risos de verdade. Você me fizestes rir em pouco tempo muito mais do que havia sorrido em toda a minha vida. És garoto, são quase três horas, e o sorriso em meu rosto esta enorme. E então, quando pude ver-te entrando pela porta da frente, não me contive. Sabe meu amor, agora entendeste tudo. Não és destino, nem nada desse gênero não amor. Descobri amor, que a minha história já estava toda escrita, e nela a maior parte era só sua. E então você apareceu, para me fazer sorrir e decifrar-me de uma forma que só você e mais ninguém sabia. Para fazer daquela menina uma mulher, para decifrar-me. E sabe meu amor, lembra-te daquela garota que não sentia? Então, hoje ela sente. Lembra-te também daquela garota que nenhuma palavra conseguia descrever-te? Então, hoje em uma única palavra, consigo descrever-me. E sabe qual és esta palavra? É você.” Júlia C. (dosedeoverdose)

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